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Melodias e letras devidamente registradas em nome de Fabbio Cortez

Voz


FABBIO CORTEZ E SEU HOBBY MUSICAL
(Por Bruno Alves - jornalista)



Fabbio, por simples hobby e sob o pseudônimo experimental FAHEZ, canta algumas de suas composições
Obs.:
As poucas postagens no Youtube têm gravações e arranjos provisórios e são apenas para demonstração direcionada: a alguns amigos, a você, que visita este site, e a raros outros contatos, haja vista Cortez não participar - em geral - de redes sociais virtuais.




Fora as criações escritas, ainda passa por sua cabeça talvez um dia cantar publicamente suas composições. "Talvez... talvez...", comenta Fabbio, em tom de riso. E completa: "Possivelmente eu não tenha disposição para tal empreitada e 'meter a cara'. E, nessa área, como me disse um amigo músico profissional, não dá para ficar 'em cima do muro'. Então vou deixando quieto."

Fahez é um pseudônimo não incógnito do autor, e vem da junção das duas primeiras letras de seu prenome e das duas últimas de seu sobrenome (Fa)bbio Cort(ez), com um "h" de "humildade" no meio.





SEUS DESENCONTROS COM A MÚSICA

Aos dez anos, Fabbio venceu uma competição musical cantando samba-enredo — e no ano seguinte como hors concours — e foi convidado a cantar na tevê; mas não aceitou por desconhecer a bela oportunidade que um empresário da área musical lhe estava proporcionando.

O tal empresário fez a oferta em conversa junto à mãe de Fabbio, Dona Shirley. Esta perguntou: "Você quer, meu filho?" Imaturo, negou, não entendeu direito. No final das contas, chega a ser cômico. Era para se apresentar como cantor-mirim, devido à voz incomum para a idade, no antigo Clube do Bolinha, popular programa televisivo de variedades; e o menino pensou ter algo a ver com o personagem Bolinha dos quadrinhos. Encabulou-se. Como nem a mãe nem o empresário elucidaram-no a respeito, ele não quis.

Outros convites aleatórios viriam na adolescência e na vida adulta, mas, devido ao trabalho público, acabou deixando a possível carreira musical de lado e passou a escrever textos e versos. Era o melhor a fazer na época, por ser este "um campo com menos exposição e complexidades, e, de todo modo, para não definhar por falta completa de alimento-arte", ele diz.